150 anos de Missão, marcadas de reconstrução na Vida das Mulheres em situação de Prostituição – Por Samara Lima

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No dia 30 de maio, tive o privilégio de celebrar junto com as Irmãs e Funcionários da Comunidade Nossa Senhora Aparecida o tríduo da festa do 150 anos da fundação da primeira casa de Missão das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, iniciado na Espanha no Ano de 1864. 


Fazendo memoria da história a Ir. Josefina nos relata com muita emoção um pouco do caminho percorrido, os desafios e a perseverança dos nossos Fundadores para que a Obra fosse criada e continuada por nossas irmãs, leigos e funcionários que bebem da nossa Espiritualidade, refletimos juntas, cantamos em Espanhol. A Irmãs Florinda, e Sirley, fizeram memória da importância da missão específica e  o papel de cada um de nós para que a Obra continue. Em seguida ouvimos o testemunho das funcionárias de como se sentem fazendo parte da Família Oblata em forma de Ser no mundo.

Relatei um pouco do que tenho experimentado nestes 3 meses de experiências dentro da Congregação e de como tenho adentrado e feito a experiência de transcender e caminhar com a mulher em situação de Prostituição”.


Samara Lima – Postulante Oblata

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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