Ser Missionária Oblata – Por Priscilla Fernandes

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Ser missionária Oblata “é nosso modo de ser e estar no mundo”, com nossa alegria, acolhida, misericórdia, que são alguns de nossos traços oblatas, e assim ser sinal de Redenção para as mulheres que atendemos para nossa comunidade e para aqueles e aquelas que estão junto conosco. 


É ser presença de Jesus com uma escuta atenta, com um abraço acolhedor, com uma palavra de incentivo. É estar disponível para ir onde o Senhor enviar e aí florescer e dar frutos, colocando sempre a serviço os dons que Ele mesmo nos concedeu.

O nosso próprio nome, Oblatas do Santíssimo Redentor, já expressa muito do nosso ser, “lembra-nos que a Oblação que fazemos de nós mesmas ao Redentor, deve ser total… sem que nada reste de nós mesmas” (Const. 9). É ser oferta agradável a Deus, fazendo uma oblação, entrega total de minha vida para que outras sejam redimidas e tenham vida e vida em abundancia.


Ser missionária Oblata para mim é dar sentido a minha vida, as minhas escolhas, é ir aonde ninguém mais quer ir, onde “urgidas pela força do Evangelho, marcamos presença naqueles lugares que reclamam de modo especial nossa missão Redentora.” (Cont. 141). É caminhar junto, no nosso carisma especifico, com as mulheres em situação de prostituição, fazer junto com elas este caminho de Oblação e  Redenção.

Ser missionária Oblata é levar o Rosto Redentor de Jesus
 onde quer que estejamos. É experimentar a alegria de seguir 
os passos de Jesus e ir deixando que Ele conduza nossa vida.
Priscilla Fernandes Noviça Oblata

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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